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sexta-feira, 12 de abril de 2019

9 truques e toques que fazem a mulher chegar ao orgasmo bem mais rápido

Normalmente, as mulheres levam mais tempo que os homens para se excitar durante a transa e também chegar ao orgasmo, o que, por si só, não é um problema. No entanto, muitas têm dificuldade e até impossibilidade de atingir o ápice, o que pode ser bem frustrante.

O parceiro ou a parceira pode e deve ajudar nesse momento, usando técnicas e toques que garantam mais prazer a ambos e que possam aumentar a excitação da mulher, acelerando a chegada ao clímax.

Como fazer a mulher chegar ao orgasmo rapidamente

1. Use a boca como principal instrumento de excitação. Comece beijando a parceira nos lábios, com bastante intensidade, percorra todo seu corpo com beijos e lambidas, dos pés à cabeça, dando atenção extra à parte interna das coxas e na região íntima.

2. Crie um momento de ansiedade e expectativa que pode aumentar a excitação. Ao tirar a roupa da parceira, faça com que ela fique apenas de calcinha e promova toques, carícias, beijos e lambidas na região íntima ainda coberta com a lingerie para, só depois, deixa-la completamente nua.

3. Não economize tempo nas preliminares. Quanto mais tempo você passar estimulando a parceira com beijos e carícias antes da penetração, mais rápido ela chegará ao orgasmo.

4. Invista em boas técnicas de sexo oral para fazer a mulher chegar ao clímax bem mais rápido. A imensa maioria das mulheres considera a prática fundamental para a conquista do orgasmo.

5. Abuse de seu repertório de palavras picantes caso perceba que a parceira se excita com o ato. Sussurradas ao pé do ouvido, podem trazer grande excitação, mesmo sem qualquer toque. Diga a ela como está se sentindo no momento, o que pretende fazer com ela e deixar claro como isso o anima cria expectativa para a transa e pode gerar orgasmos intensos e rápidos.

6. Mantenha um bom contato visual com a parceira. Durante todas as carícias das preliminares e o sexo oral, procure olhar nos olhos para que a mulher consiga sentir o prazer que está experimentando e para observar como ela também está excitada no momento.

7. Na hora da penetração, aposte no truque de posicionar o travesseiro ou almofada sob o quadril da mulher. Com o quadril mais elevado, ela fica com a região pélvica mais relaxada e exposta, facilitando o prazer na introdução do pênis, até mesmo no básico “papai e mamãe”.

8. Não tenha receio de incluir brinquedos e acessórios para a transa, caso a mulher se sinta confortável. Vibradores, por exemplo, podem acelerar bastante o orgasmo se utilizado para estimular as zonas erógenas, como mamilos, clitóris, vagina e até mesmo ânus.

9. Variar posições sexuais é importante, mas apesar de inicialmente parecer excitantes, algumas delas não são tão facilitadoras do orgasmo. Para evitar “cansaço” desnecessário, aposte em poses que comprovadamente favorecem o clímax das mulheres.

ESCRITO POR PAULO NOBUO - https://www.vix.com/pt/sexo/552192/9-truques-e-toques-que-fazem-a-mulher-chegar-ao-orgasmo-bem-mais-rapido

sábado, 16 de fevereiro de 2019

A Burocracia do Sexo Anal

A burocracia do sexo anal

Por Dolores
Não há como florear uma declaração dessas: eu gosto de sexo anal. Pronto. Gosto muito. Talvez mais do que minha família gostaria de saber que gosto. E quem curte dar o cu assim nesse tanto não costuma ter frescuras tipo fazer casting e seleção de elenco antes da ação: se o convite é pra ser feliz, qualquer hora é hora, qualquer parceiro é convidado. Nunca fiz restrição e sempre fui bem aberta (um texto sobre sexo anal exige trocadilhos, leitor, portanto acostume-se).
Crédito da foto Pinterest
Há, no entanto, confesso, uma parte profunda de mim que, sim, titubeia antes de assinar o laudo de liberação definitiva. Nada a ver com dor, por exemplo, porque para isso existem os maravilhosos lubrificantes com os quais se besunta tudo e todos, além de rolar aquele mantra relaxante que a tradição recomenda entoar antes da entrada inaugural – a letra diz, em sânscrito, algo como “enfia logo, mas com cuidado”.
Também não tem relação alguma com medo de passar vergonha, cheque ou atestado de safada. Com o primeiro nunca me preocupei, senão não tinha nunca nem tirado a roupa na frente de ninguém a vida inteira. Contra o segundo se toma providências, e os tutoriais de chuca estão aí à disposição na internet para quem ainda não manja da preparação adequada. E prova de que gosto de dar, afe, quer mais do que assinar este blog aqui?
Minha hesitação vem, isto sim, da burocracia do sexo anal.
Porque pode ser que você não saiba, leitor homem hétero (se for bee sabe certeza, se for leitora mulher também sabe e vai talvez chorar comigo no cantinho), mas dar o cu traz consequências para a vida de uma pessoa. E tem dias que lidar com consequências é o que a gente menos quer na vida.
É fruto do sexo anal, por exemplo, uma ligeira dor de barriga subsequente. Pois é, veja a ironia, a porta em si se recupera rápido, mas o corredor se ressente de todo o trânsito excepcional. Com isso, a vontade de visitar o banheiro é quase inevitável, e convenhamos que dar esse rolê na madrugada, depois de uma noite quente passada de quatro, pode gerar preguiça e indisposição.
Além disso, há que se considerar invariavelmente a higiene posterior – não dá para dar o cu, caprichar no KY, e depois virar de lado fingindo que não está tudo melecado e grudento. Adicione-se aí, então, na planilha burocrática, uns 15 minutos de sono perdido debaixo do chuveiro, arrumando tudo para voltar a ficar elegante e imaculada.
Acho, no fundo (de novo), que é só mesmo por isso que o sexo anal é menos popular que as outras modalidades, que guardam exigências posteriores bem menos complicadas. Sexo oral? É só decidir se engole ou se cospe. Sexo vaginal? Chega mais aqui de conchinha e apaga a luz, por favor. Punheta ou siririca? Um pedacinho de papel higiênico e não se fala mais nisso.
O jeito é passar a transar assim só durante o dia, quem sabe, o que não me parece das decisões mais práticas. Ou, então, assumir de vez a burocracia, abrir mão de querer controlar tudo e ser feliz como for possível – ainda que, para isso, a gente precise assinar três vias e reconhecer firma em cartório.

fonte: https://xdesexo.blogfolha.uol.com.br/2019/02/14/a-burocracia-do-sexo-anal/

domingo, 15 de julho de 2018

05 curiosidades sobre o sexo que você talvez não saiba

Fonte: https://vip.abril.com.br/sexo/5-curiosidades-sobre-o-sexo-que-voce-talvez-nao-saiba/

Virgindade na vida adulta, sexo casual, relacionamentos online. Será mesmo se você sabe como o mundo está hoje em dia

Você acha que está por dentro das tendências do mundo do sexo pelo mundo?

Uma pesquisa da Viacom Inc. pode mudar sua opinião.

O estudo “Vamos Falar de Sexo” reuniu mais de 12 mil adultos (18 a 49 anos) de 21 países e revelou alguns fatos sexuais do ser humano moderno.

Ah, para não dizer que você vai errar tudo: sim, a maioria dos entrevistados diz gostar de sexo – cerca de 91%.

A pesquisa tem objetivo de entender o nível de satisfação dos adultos e como encontram seus parceiros.

Abaixo, os principais destaques do estudo no Brasil:

1. A virgindade é mais comum do que se pensa

A pesquisa revelou que um quarto dos jovens de 18 a 24 anos são virgens.

Mundialmente, esse número é maior: 38%.

Os países da região Ásia-Pacífico têm a maior concentração de jovens adultos virgens (84% na Malásia e Cingapura, 78% na Indonésia, 53% na Tailândia, 47% nas Filipinas).

A virgindade também é muito comum entre os jovens 18-24 nos Estados Unidos, com 53%.

Mundialmente, a porcentagem fica em 18% no 25-29, 9% no 30-39 e 6% no 40-49.

2. Encontrar sexo não é tão fácil assim...

A pesquisa também mostrou que 31% dos jovens de 18 a 24 anos não está namorando atualmente.

Indo além: 22% nunca esteve em um relacionamento sério e um quinto dos jovens nunca viveu uma relação casual.

O fato de 53% ainda morar com os pais tem um impacto relevante na vida amorosa.

Quando deixam a casa dos pais – a maioria por volta dos 26 anos –, a decisão geralmente tem a ver com uma vida a dois.

3. Sexo casual é comum? Nem tanto

Você acha que a vida dos solteiros é ativa como nos filmes?

Melhor pensar duas vezes.

Entre adultos de 18 e 29 anos, menos da metade já teve um relacionamento de apenas uma noite (39%).

Já 20% dos entrevistados afirmam que já teve alguma experiência sexual com colega de trabalho.

4. Paqueras são feitas pessoalmente, mas a tecnologia ajuda

Nada supera o flerte de olho no olho, com sorrisos e contato humano.

Entre os adultos de 18 e 29 anos que fizeram sexo causal, 96% se conheceu pessoalmente e 48%, por meio de um aplicativo ou site.

Curiosamente, 21% dos homens de 18 a 29 anos que fez sexo casual conheceram o(a) parceiro(a) na igreja.

Mas na hora de quebrar o gelo, vale a pena investir em um gadget amoroso.

Em geral, os mais jovens se sentem mais confortáveis em compartilhar intimidades online: 24% dos adultos de 18 a 29 anos já mandou nudes para alguém e 19% dos adultos de 30 a 49 anos também.

5. Namoro via app? Talvez não seja a forma mais inteligente

Se você espera encontrar a pessoa da sua vida de forma online, talvez seja hora de repensar a estratégia.

Entre adultos de 18 a 29 anos que utilizaram aplicativos de relacionamento, 39% dos homens e 28% das mulheres consegue sexo casual.

Apenas uma minoria acabou em um relacionamento sério: 12% dos homens e apenas 5% das mulheres.

sábado, 14 de julho de 2018

Por que algumas massagens podem fazer sua relação pegar fogo

Fonte: https://vip.abril.com.br/sexo/por-que-algumas-massagens-podem-fazer-sua-relacao-pegar-fogo/

Essa é uma alternativa que não exclui sexo (ao contrário, a transa acontece com mais qualidade) - por Ana Canosa*

Há mais de 20 anos descobri os prazeres de uma boa massagem. Comecei com shiatsu, uma vez na semana, para atenuar dores musculares advindas das minhas tentativas esportivas.

Mais que de psicanalista, fiquei dependente de massagista.

Além de colocar minha coluna no lugar, aliviar a dor no meu ciático e relaxar a minha musculatura, eles me escutam, hidratam minha pele e colocam meu corpo num colchão vibratório que é uma loucura de bom.

Há quase uma década conheci o paraíso. Um spa zen a 40 quilômetros de São Paulo. Lugar aprazível, decorado com bom gosto, somente 18 apartamentos.

Comida vegetariana saborosíssima e o principal: massagem. De todos os tipos: ayurvédica, shiatsu, tibetana, tailandesa, clássica, reflexologia seguida de escalda-pés.

Cada sala é devidamente decorada com panos indianos, velas, música relaxante e uma maca convidativa.

Viciei. Fico meio estressadinha e já corro para lá na esperança de reequilibrar minhas energias. Toda vez que acaba uma estada chego a querer vender tudo e passar boa parte do resto da minha vida nesse lugar.

Minha massagem preferida é uma chamada metabolismo: com movimentos relaxantes, óleo de gergelim aquecido vai sendo delicadamente despejado por toda a pele.

Com essa terapia, entro num estado lastimável de alienação zen. Por vezes crio pensamentos nada politicamente corretos, nos quais eu sou um tipo de rainha do Egito sendo besuntada por um escravo da minha corte.

Aquela mão delizando pelo meu corpo, enquanto o óleo escorre na minha pele, é algo simplesmente delicioso.

É claro que dá tesão. Óbvio.

Mas o massagista não tem nada com isso, portanto merece respeito e recato. Mas que dá, ah, isso dá.

Não é um tesão direcionado a ele, mas algo corporal, natural, que depende do que você quer curtir naquele momento. Para quem faz sexo regularmente, tudo acaba bem. Você sente aquele tesãozinho, curte a sensação, dá uma viajada e o guarda para si.

No começo, puxava assunto trivial para quebrar a tensão e mostrar tranquilidade.

Agora não abro mais a boca, me entrego e só seguro gemidos e as profundas inspirações para não constranger os massagistas.

Tem dia que acabo dormindo e até babo um pouquinho na maca. Depois que a massagem acaba e eles saem da sala, me estico toda aos pouquinhos e me levanto d-e-v-a-g-a-r.

Costumo levar meu marido ao spa. Não tenho um pingo de ciúme quando ele entra na salinha com uma das massagistas.

Acho até bom, pois me poupa um trabalho que não tenho paciência de fazer com toda categoria. E ele fica pronto. Feliz. E a gente dorme agarradinho na mais profunda paz depois de fazer um tipo de sexo zen.

Que tal pensar nisso com a sua parceira? Nenhum dos dois precisa saber que o massagista dela era gostoso ou que a mão da sua terapeuta te encheu de tesão. Guardem a sensação para vocês. Mas depois aproveitem no quarto, só os dois.

*Ana Canosa é psicologa clínica, terapeuta e educadora sexual e acredita que as massagens fazem bem para o corpo, a alma e para o sexo.

Pesquisa revela: por que mulheres também são atraídas por bundas

Fonte: https://vip.abril.com.br/comportamento/pesquisa-revela-por-que-mulheres-tambem-sao-atraidas-por-bundas/

Homens com músculos fortes na área posterior são vistos como pretendentes mais potentes para o sexo e uma possível concepção - Por Mateus Betoni